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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

1 MARKETING DIGITAL EM REDES SOCIAIS

As grandes mudanças que ocorrem no mundo empresarial vem obrigando as organizações a estarem inseridas no contexto das novas tecnologias, que é premissa básica para aquele que deseja estreitar relações com o seu público-alvo. Assim, os profissionais de marketing buscam vários meios de relacionamento com seus clientes como base para sua sobrevivência. Numa sociedade sintonizada com a internet, as redes sociais atuam como peça-chave para fortalecer círculos de amizade, conhecer pessoas de diferentes culturas, trocar experiências e compartilhar ideias.É com esse parâmetro que as empresas descobriram um novo caminho a seguir para incentivar interesses, criar mercados , conhecer os consumidores, testar novos produtos e monitorar suas marcas; são as redes de relacionamento como o Facebook, You Tube, blogs, Twitter entre outros. Baseado nessa ideia fica claro que as empresas que se utilizam das redes
sociais como estratégia de comunicação, estão obtendo melhores resultados e vantagem
competitiva no mercado.
Para preservar um bom posicionamento, muitas empresas investem em profissionais especializados para administrarem suas contas nas redes sociais.
“Cada vez mais as marcas estão presentes nas redes sociais e isso é bom. O ruim é que nem todas as empresas estão gerenciando essa presença. Querendo ou não, estár lá é tudo de bom e mal que a empresa tem, sendo compartilhado e falado por centenas e milhares de pessoas. Ainda estamos num estágio de procurar a maturidade nessas ações e contar com um apoio profissional pode ser um diferencial crucial neste momento de transição do comportamento do consumidor.

Portanto, antes de inserir sua empresa nas redes sociais, procure o apoio de um profissional especializado que transmita ao público a imagem corporativa desejada e que consiga reverter o trabalho realizado na rede em benefícios para a empresa.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

0 Muito além do cidadão kane

O documentário “Muito Além do Cidadão Kane”, de 1993, é uma daquelas obras com a rara capacidade de ficar mais atuais à medida que o tempo passa — um, por sua qualidade, dois, pela falta completa de algo parecido.
Conta a história de Roberto Marinho e da Globo. Nos 50 anos do golpe, ajuda a compreender uma relação umbilical e uma, digamos, retroalimentação em que uma das partes teve fim — a ditadura — e a outra seguiu firme e forte.
“Beyond Citizen Kane” foi produzido pelo Canal 4 britânico e dirigido por Simon Hartog, cineasta independente que começou a carreira nos anos 60. Hartog morreu quando o filme estava sendo editado. Não pôde ver seu impacto.
Foi exibido na Inglaterra. A Globo tentou comprar os direitos para se livrar dele, mas Hartog já havia se precavido contra isso numa cláusula. Em seguida, entrou na Justiça para proibir sua exibição no MAM do Rio em março de 1994 — e ganhou, naturalmente. Os pôsteres foram recolhidos pela polícia.
A cópia que passaria no MIS, em São Paulo, foi confiscada a mando do governador Luiz Antonio Fleury. Outras puderam circular legalmente em universidades só nos anos 2000. Hoje, graças à internet, “Muito Além do Cidadão Kane” está no YouTube na íntegra.
O tom não é de libelo, não é histérico, não é conspiratório. Ao contrário, é uma longa reportagem, extremamente sóbria, contando uma história que não tinha sido contada sobre a maior rede de televisão do Brasil e seu dono. Isso é notícia.
Hartog e equipe falaram com mais de 40 pessoas — de Chico Buarque a Armando Falcão, de ACM ao ex-diretor de jornalismo da Globo Armando Nogueira. Acompanham, também, a “família Silva”, moradora da periferia de Salvador. Pai, mãe e filhos num barraco escuro, cujo maior foco de luz vem de uma telinha de tevê na mesa da sala/cozinha, ligada no Fantástico.
Há vozes críticas, evidentemente: Brizola (que compara RM a Stalin, já que ambos mandavam seus desafetos para a Sibéria ou para o “esquecimento”); Chico Buarque, lembrando do poder “assustador” da emissora e dos jabás; Lula, pré-Lulinha Paz e Amor, reclamando do “senhor” que manda em tudo e da cobertura das greves do ABC.
Hartog mostra, com imagens e depoimentos da época, como a Globo se esforçou para sedimentar a boa reputação do regime militar. Lembra que a fatia do bolo publicitário da propaganda governamental já era grande na época e que, em 1990, a Globo detinha 75% da verba total no país.

Marinho, obviamente, não deu entrevistas. Surge ao lado de todos os generais e, em seguida, com Tancredo, Sarney e Collor. “Doutor Roberto é meu amigo há mais de 30 anos. O pessoal tem muita inveja”, afirma Antônio Carlos Magalhães, feito ministro das comunicações por Roberto Marinho no governo Sarney.
A certa altura, menciona-se a minissérie “Anos Rebeldes”, que tratou da inquietação da juventude brasileira no fim dos anos 60. Ficou manca: faltou um papel para a Globo, que não é coadjuvante.
Meio século após o golpe, “Muito Além do Cidadão Kane” reforça esse ponto: um relato honesto e abrangente sobre a ditadura tem, obrigatoriamente, de levar em conta o protagonismo da TV Globo e de Roberto Marinho. Sem o doutor Roberto, provavelmente nada teria sido possível.
https://www.youtube.com/watch?v=XpRj-NsF3T8

domingo, 18 de julho de 2010

curta metragem Como manda o coração

Curta-metragem "Como manda o coração", realizado para disciplina Audio e video utilizando a ferramenta Adobe Premiere para fazer a edição do curta.
Criação de hotsite para o curta como manda o coração, criado e desenvolvido por mim e colegas.Layout realizado com flash.

0 Ícones



Criação de icones para sistema da intranet da sanepar.

0 Locadora Pick'up car



Criação de logo e layout para locadora de carros, trabalho academico utilizando HTML, CSS e XML.